Almeida Revista e Corrigida (Portugal)

Mateus 10:10-26 Almeida Revista e Corrigida (Portugal) (ARCPT)

10. Nem alforjes para o caminho, nem duas túnicas, nem alparcas, nem bordão; porque digno é o operário do seu alimento.

11. E, em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai saber quem nela seja digno, e hospedai-vos aí, até que vos retireis.

12. E, quando entrardes nalguma casa, saudai-a;

13. E, se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; mas, se não for digna, torne para vós a vossa paz.

14. E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.

15. Em verdade vos digo que, no dia do juízo, haverá menos rigor para o país de Sodoma, e Gomorra, do que para aquela cidade.

16. Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.

17. Acautelai-vos, porém, dos homens; porque eles vos entregarão aos sinédrios, e vos açoitarão nas suas sinagogas;

18. E sereis até conduzidos à presença dos governadores e dos reis, por causa de mim, para lhes servir de testemunho, a eles e aos gentios.

19. Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que, haveis de falar, porque, naquela mesma hora, vos será ministrado o que haveis de dizer.

20. Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito do vosso Pai é que fala em vós.

21. E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai o filho; e os filhos se levantarão contra os pais, e os matarão.

22. E odiados de todos sereis, por causa do meu nome: mas, aquele que perseverar até ao fim será salvo.

23. Quando, pois, vos perseguirem nesta cidade, fugi para outra; porque, em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel sem que venha o Filho do homem.

24. Não é o discípulo mais do que o mestre, nem o servo mais do que o seu senhor.

25. Basta ao discípulo ser como seu mestre, e ao servo como seu senhor. Se chamaram Beelzebú ao pai de família, quanto mais aos seus domésticos?

26. Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se.